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cabe a representação legal e única de toda a classe e  _______. Decreto 20.155/1931.                   R
         profissão contábil composta pelos Técnicos em Conta-  _______. Decreto 21.033/1932.                    E
         bilidade e Contadores, e somente aos  Técnicos em  _______. Decreto 6.141/1943.                        V
         Contabilidade e Contadores é assistido o direito de assi-  _______. Decreto 8.191/1945.                 I
                                                                                                                S
         nar demonstrativos contábeis internos e externos de  _______. Decreto 7.988/1945.
         empresas e demais entidades jurídicas.            _______. Lei 1.401/1951.                             T
                                                           _______. Lei 3.384/1958.                             A
         Referências                                       _______. Decreto-Lei 9.295/1945.                     D
         BRASIL. Decreto 1.339/1905;                       Conselho Federal de Contabilidade. http://www.cfc.org.br/  E

         1 - José Antonio de França, Contador, Auditor Independente, Professor da Universidade de Brasília – UnB (lecionando conteúdos de Teoria da Contabilidade, Contabili-  C
          dade Societária, Contabilidade Tributária e Auditoria), mestre em Amministrazione e Controllo pela Università degli Studi di Torino; mestre em Administração Contábil
          e Financeira pela Universidade de Brasília-UnB; doutorando em Ciências Contábeis pela Universidade de Brasília-UnB; empresário da contabilidade, presidente do Con-  O
          selho Regional de Contabilidade do Distrito Federal (Gestão 2000-2001) e presidente da Fundação Brasileira de Contabilidade (Gestão 2006-2009) .franca@ite-  N
          con.com.br
         2 - Juarez Domingues Carneiro, Bacharel em Ciências Contábeis, Bacharel em Direito, Bacharel em Administração, Especialista em Organização Sistemas e Métodos,  T
          Especialista em Qualidade (Penn State University - State  College - Pensylvania - USA), Mestre em Engenharia da Produção - Inovação Tecnológica – (UFSC), Dou-  A
          torando em Engenharia e Gestão Conhecimento, Ex-Presidente do Conselho Regional de Contabilidade de Santa Catarina, Ex-Conselheiro do Conselho Regional de  B
          Administração, Professor de Cursos de Graduação e Pós- graduação, Coordenador do Curso de Ciências Contábeis da Faculdade UNIBAN, ex-vice-Presidente de De-  I
          senvolvimento Operacional do Conselho Federal de Contabilidade; Consultor em Planejamento Estratégico, Gestão Estratégica da Qualidade, Responsabilidade So-
          cial e Balanço Social.                                                                                L
         3 - Maria Clara Cavalcante Bugarim, Bacharel em Ciências Contábeis, Bacharel em Administração de Empresas, Bacharel em Direito, Pós-graduada em Auditoria, Pós-  I
          graduada em Administração de Recursos Humanos, Mestre em Controladoria e Contabilidade – USP,  Doutoranda em Engenharia e Gestão do Conhecimento – UFSC,  D
          ex-presidente do Conselho Regional de Contabilidade de Alagoas, ex-presidente da Fundação Brasileira de Contabilidade, ex-presidente do Conselho Federal de Con-
          tabilidade (Gestão 2006-2009), vice-presidente de Desenvolvimento Profissional e Institucional do Conselho Federal de Contabilidade (Gestão 2010-2011) e Presidente  A
          da Academia Brasileira de Ciências Contábeis.                                                         D
                            RECORTES DE IMPRENSA                                                                E
                                                                                                    E

                                                                                                                F
                                                           e da avaliação daqueles que chefia. Usa, se quiser, a superioridade  I
         4 A coragem da denúncia ou a cobardia de um bufo  hierárquica como biombo.
         “Quem viveu ditaduras conhece o asco aos delatores. Carrega na  Há poucas sanções por corrupção no Fisco e nenhuma é conhecida,  N
         memória o cheiro desses arenques, gente que armava armadilhas  segredo que este código também quer terminar. A ‘linha verde’ do  A
         em troca de lentilhas. É desses biltres que o Fisco procura ao pro-  Fisco pressupõe uma educação para a cidadania que não temos,  N
         teger denunciantes internos? Não: é dos outros. Parece paradoxo  confia na própria incorruptibilidade daqueles a quem se faz a denún-  Ç
         mas foi a democracia que consagrou a denúncia como ‘boa prá-  cia e tem de conseguir filtrar fautores com as piores intenções. Mas  A
         tica’. Está na lei.                               há combates só possíveis a partir de dentro. Assim é o da corrupção.”  S
         Vera Jardim, que o PS resgatou para substituir Cravinho no imagi-
                                                               (Pedro Santos Guerreiro, Jornal de Negócios, 8 de Janeiro de 2010)
         nário anticorrupção, começou bem. O presidente da nova comissão                                        N.º
         parlamentar contra a corrupção disse o que quer: ‘pouca filosofia’                                    100
         e ´coisas concretas’. Boa filosofia.              4 Mais de 3.100 empresas pediram falência em 2009
         Filosofia que a Direcção-Geral de Impostos adoptou. Na proposta  “No ano passado houve 3.113 novas empresas a entrarem com o
         de código interno anticorrupção, que o Negócios hoje revela, a Ad-  pedido de insolvência nos corredores da Justiça, quer apresenta-
         ministração Fiscal não somou doutrinas magníficas mas inúteis. E  das pelos próprios dirigentes, quer pelos credores, revela um es-
         promete criar uma ‘linha verde’ para que funcionários possam de-  tudo divulgado ontem pela Coface. Ou seja, mais 33% do que em
         nunciar suspeitas de corrupção das suas chefias.  2008, quando 2.341 empresas iniciaram o processo de falência.
         Estaremos a supor uma sociedade de bufos, a promover vinganças  Além disso, os tribunais concluíram o processo e declaram a falên-
         e mesquinhezes, a antever ‘Fahrenheit 451’? É isso que a repulsa  cia de mais de 1.251 empresas a operar em Portugal, mais 48,8%
         à denúncia pidesca evoca. Mas não é o que a experiência mostra.  do que em 2008. As instâncias judiciais só consideraram passíveis  47
         Foram denúncias de três mulheres que, em 2002, permitiram de-  de recuperação 86 companhias, mais uma que no ano anterior.
         tectar os escândalos da Enron e da WorldCom. As três foram elei-  Além da destruição de empresas, 2009 fica também marcado por
         tas, pela ‘Time’, ‘Mulheres do Ano’, por mostrarem ‘o que são a  uma quebra na criação de novas companhias. O estudo Coface re-
         coragem e os valores americanos’. Ficaram conhecidas como as  vela que foram constituídas pouco mais de 30,4 mil novas empre-
         ‘whistleblowers’. As que sopram...                sas, menos 15% que no ano anterior, o que ajuda a explicar a
         A partir daí, a denúncia passou a ser a ‘boa prática’, em troca de  quebra verificada na criação de novos postos de trabalho.
         protecção do denunciante (que não é anónimo mas é secreto). É  O Porto foi em 2009, tal como em 2008, o distrito do País onde se re-
         recomendação da Comissão Europeia. Está previsto no novo Có-  gistou o maior número de acções de insolvência (1.169), seguido de
         digo de Processo Penal português. Está no Código do Governo das  Lisboa (813) e de Braga (695). Foi também nestes grandes centros ur-  J
         Sociedades da CMVM.                               banos que se criaram mais empresas em 2009. Lisboa liderou – cons-  a
         Estava no programa do primeiro Governo PS. Que o colocou em di-  tituiu 8.467 empresas –, seguida do Porto (5.384) e de Braga (2.399).”  n
         plomas: garantias aos ‘denunciantes que sejam trabalhadores da Ad-   (Jornal de Negócios, 14 de Janeiro de 2010)  e
         ministração Pública e de empresas do sector empresarial do Estado’.                                     i
         Recomendações que poucas empresas adoptaram. O que as preju-  4 Obama aplica “castigo” de 90 mil milhões à banca  r
         dicou, como se viu no caso Face Oculta, vitrina óbvia de como a cor-  “São cerca de 50 as instituições financeiras que, a partir de Junho,
         rupção medra em empresas do Estado. Como se soube de cartéis  vão pagar uma taxa especial para assumirem os custos da crise fi-  o
         investigados pela Autoridade da Concorrência? Por denúncia de ‘in-  nanceira nos Estados Unidos.       /
         siders’, praticamente a única forma de apanhar um cartel. Mas só  Barack Obama apresentou ontem de manhã as regras de tributa-  M
         possível por existir um estatuto de clemência ao primeiro denunciante.  ção especial da banca, e não foi meigo no ‘castigo’. Com efeito, vai  a
         No Brasil, comemora-se por estes dias os 15 anos da linha telefónica  exigir que os grandes bancos – com activos superiores a 50 mil mi-  r
         ‘Disque Denúncia’, para informar a polícia da prática de crimes.  lhões de euros – e as empresas que receberam apoios públicos  ç
         A Administração Fiscal, como outros organismos do Estado, tinha  durante os dois últimos anos paguem uma taxa de 15 pontos base  o
         a obrigação de entregar uma proposta anticorrupção. Podia ter feito  (0,15%) sobre o volume de responsabilidades garantidas (‘covered
         como outros: palavras, palavras, palavras. Mas protege trabalha-  liabilities’), detalhou ontem o ‘Financial Times’.  2
         dores que denunciarem chefias corruptas.          A expectativa da administração norte-americana é que a medida
         Leu bem: chefias. O que já de si altera os equilíbrios predominan-  abranja cerca de 35 empresas norte-americanas e ainda 10 a 15  0
         tes na Administração Pública, onde o chefe pode ser um gestor  subsidiárias, adiantou uma fonte oficial ao jornal britânico.  1
         bestial ou uma besta quadrada mas está sempre a salvo da crítica  A medida entra em vigor a partir de 30 de Junho, esperando-se que  0
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