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            Hernández Esteve, E. (1985), “A Spanish treatise of 1706 on     ESTATUTO EDITORIAL
         double-entry bookkeeping: ‘Norte Mercantil y Crisol de Cuentas’ by
         Gabriel de Souza Brito”. Accounting and Business Research 15(60)             DA
         pp. 291-296.                                              REVISTA DE CONTABILIDADE & FINANÇAS

            Madureira, N. L. (1997), “A “sociedade civil” do Estado. Institui-  1.  A Revista de Contabilidade & Finanças é o ór-
         ções  e  grupos  de  interesses  em  Portugal  (1750-1847)”.  Análise   gão da Associação Portuguesa de Contabilistas.
         Social 142, pp. 603-624.

            Marcos, R. M. F. (1997), As Companhias Pombalinas – contri-  2.  A Revista de Contabilidade & Finanças é uma
         buto para a história das sociedades por acções em Portugal. Coim-  publicação periódica  que  se  destina  à  divulga-
         bra: Almedina.                                             ção de “matérias de caráter técnico, científico e
                                                                    profissional”, de harmonia com o nº 7 do artigo
            Monteiro, M. N. (2004), Pequena História da Contabilidade. (2.ª
         ed. rev.) Lisboa: Europress.                               4º dos estatutos da Associação Portuguesa de
                                                                    Contabilistas.
            Rodrigues, L. L. e Craig, R. (2004), “English mercantilist influ-
         ences on the foundation of the Portuguese School of Commerce”.   3.  A  preparação  de  cada  número  da  Revista  de
         Atlantic Economic Journal 32(4), pp. 329-345.
                                                                    Contabilidade & Finanças é da responsabilidade
            Rodrigues, L. L., Gomes, D. e Craig, R. (2003), “Aula do Co-  do Diretor e do Conselho Consultivo-Redatorial,
         mércio:  primeiro  estabelecimento  de  ensino  técnico  profissional   aos  quais  incumbe  a  seleção  da  colaboração
         oficialmente criado no mundo?”. Revista da Câmara dos Técnicos   recebida.
         Oficiais de Contas 34, pp. 46-54.

            Rodrigues,  L.  L.,  Gomes,  D.  e  Craig,  R.  (2004),  “Portuguese   4.  Os editoriais exprimem posições da Revista de
         School of Commerce, 1759-1844: a reflection of the ‘Enlightenment’”.   Contabilidade & Finanças.
         Accounting History 9(3), pp. 53-71.
                                                                 5.  A  Revista  de  Contabilidade  &  Finanças  está
            Rodrigues,  L.  L.,  Gomes,  D.  e  Craig,  R.  (2005),
         “Corporativismo, Liberalismo e a profissão contabilística em Portu-  aberta a todos os membros da Associação Por-
         gal”. In Guimarães, J. C. (org.) (2005), História da Contabilidade em   tuguesa de Contabilistas , incentivando e acei-
         Portugal  –  reflexões  e  homenagens  (pp.  167-198).  Lisboa:  Áreas   tando a sua colaboração.
         Editora.

            Rodrigues, M. B. (2000), “Carta de Lei de 22 de Dezembro de   6.  A  Revista  de  Contabilidade  &  Finanças  aceita
         1761 sobre a extinção dos Contos e a criação do Real Erário”. Re-  do  mesmo  modo  colaboração  proveniente  de
         vista de Contabilidade e Comércio 226, pp. 361-414.        pessoas  singulares  ou  coletivas,  nacionais  ou
                                                                    estrangeiras, ainda que não membros da Asso-
            Rodrigues, M. B. (2001), “Companhia da Fábrica de Sedas, 2.ª   ciação Portuguesa de Contabilistas.
         administração: 1745-1747. Contabilidade de custos”. Boletim APE-
         CA 104, pp. 13-18.
                                                                 7.  Não  serão efetuadas  quaisquer discriminações
            Serrão, J. V. (1982), História de Portugal. A Restauração e a   de autores com base em ideologia política, práti-
         Monarquia Absoluta (1640-1750) (vol. V) (2.ª ed.) Lisboa: Editorial   ca  religiosa  ou  qualquer  outra  caraterística  da
         Verbo.                                                     sua vida pública ou privada.

            Serrão, J. V. (1996), História de Portugal. O Despotismo Ilumi-
         nado (1750-1807) (vol. VI) (5.ª ed.) Lisboa: Editorial Verbo.    8.  As opiniões expressas na Revista de Contabilida-
                                                                    de & Finanças apenas vinculam os seus autores,
            Sousa, F. e Amorim, P. (2003), “A extinção das funções públi-  podendo não coincidir com os pontos de vista da
         cas da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro
         (1852)”. População e Sociedade 9, pp. 277-347.             Associação Portuguesa de Contabilistas.
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