Page 8 - rcf1101_Neat
P. 8
8
Quadro 2 – CLC emitidas
Certificação
N.º Nome Hospital
2003 2004 2005 2006 2007 2008
34 Centro Hospitalar de Coimbra, EPE S/Reservas 4 Ênfases S/Reservas 3 Ênfases
35 Centro Hospitalar Tâmega e Sousa EPE 3 Reservas 1 Ênfase 2 Reservas 1 Ênfase
36 Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano, EPE 5 Reservas 4 Ênfases 5 Reservas 5 Ênfases
37 Hospital de Santa Maria EPE 1 Reserva 2 Ênfases 1 Reserva 2 Ênfases
38 Centro Hospitalar do Médio Ave EPE 4 Reservas 2 Ênfases
39 Centro Hospitalar do Alto Ave EPE 5 Reservas S/Ênfases 3 Reservas 2 Ênfases
40 Hospital do Espírito Santo de Évora EPE 2 Reservas 4 Ênfases 2 Reservas 4 Ênfases
41 Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro, EPE 2 Reservas 1 Ênfase 2 Reservas 1 Ênfase
42 Centro Hospitalar do Porto EPE 3 Reservas 1 Ênfase 3 Reservas 1 Ênfase
43 Hospital de Faro EPE 4 Reservas 4 Ênfases
44 Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE 2 Reservas 3 Ênfases
45 Unidade Local de Saúde Baixo Alentejo, EPE- ULSBA 3 Reservas 1 Ênfase
46 Unidade Local de Saúde da Guarda 6 Reservas 2 Ênfases
47 HUC - Hospitais da Universidade de Coimbra, EPE 4 Reservas 4 Ênfases
48 Centro Hospitalar Vila Nova Gaia/Espinho, EPE 2 Reservas 2 Ênfases
49 Centro Hospitalar Póvoa de Varzim e Vila Do Conde, EPE 4 Reservas 3 Ênfases
50 Centro Hospitalar Lisboa Norte EPE-CHLN 1 Reserva 2 Ênfases
51 Unidade Local de Saúde do Alto Minho, EPE 1 Reserva 3 Ênfases
52 Hospital de São João, EPE
Total 31 27 22 23 33 36
4. Análise estatística Tabela 2 – Caracterização das variáveis Passivo e SomaCLC com inclu-
são do teste Shapiro-Wilk
O objetivo consiste em encontrar alguma eventual
relação entre os valores assumidos pelo Passivo e a Desvio Teste Shapiro-Wilk
Certificação Legal de Contas. Para operacionalizar a Média Mediana Padrão Estatística Graus de Significância
CLC utilizámos a variável “SomaCLC”, resultado da so- Passivo 33,2 30,6 19,0 0,908 liberdade 0,011
31
ma do n.º de reservas com o n.º de ênfases. SomaCLC 4,2 3 2,6 0,912 31 0,015
Iniciámos o estudo com a representação gráfica das
características das variáveis em apreço. Para o Passivo A normalidade da distribuição das variáveis permite-
visualizámos a sua distribuição através do histograma nos decidir que teste usar para o cálculo da correlação.
de frequências em que as observações são organizadas Recorremos ao teste Shapiro-Wilk, recomendado quan-
em classes no eixo das abcissas, e a frequência absolu- do o número de casos é inferior a 50. A hipótese de uma
ta de cada uma dessas classes é representada no eixo distribuição normal é rejeitada para as duas variáveis
das ordenadas. Os valores do Passivo estão em Milhões com uma probabilidade de erro de 1,1%, no caso do
de Euros. Os histogramas da variável operacional Passivo e 1,5% no caso da SomaCLC.
“SomaCLC” encontram-se no referido artigo.
Gráfico 1 – Histograma de frequência da distribuição do Passivo
Para ilustrar a relação entre as duas variáveis cons- Fonte: o autor.
truímos os gráficos de dispersão em que as observa-
ções de cada uma das variáveis são representadas co-
mo pares ordenados. Observando estes gráficos pode-
mos ver se a relação é de tipo linear, condição necessá-
ria para calcular os coeficientes de correlação. Final-
mente, avaliámos o modelo de regressão linear obtido.
4.1. Análise do Passivo em 2003
A caracterização do Passivo e da SomaCLC através
do cálculo da média, mediana e desvio padrão, assim
como a avaliação da normalidade, encontra-se na tabela
seguinte:

