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Gráfico 10 – Gráfico de dispersão entre a variável Passivo e SomaCLC Tabela 12 – Caracterização das variáveis Passivo e SomaCLC com
Fonte: o autor. inclusão do teste Shapiro-Wilk
Teste Shapiro-Wilk
Desvio
Média Mediana
Padrão Graus de
Estatística Significância
liberdade
Passivo 72,2 51,9 63,0 0,730 37 0,000
Passivo sem 4 outliers 55,8 50,1 30,0 0,944 34 0,082
SomaCLC 4,5 4 2,1 0,913 33 0,012
Soma CLC sem 4 outliers 4,6 4 2,2 0,926 33 0,027
Em 2008 a média do Passivo continuou a subir ten-
do aumentado mais do dobro em relação a 2004. O mai-
or número de casos passou da classe até 50 milhões
para preencher também a classe entre 50 e 100 milhões
de euros como se deduz do histograma de frequências.
No diagrama de dispersão os pontos continuam
afastados da reta de regressão.
As correlações não são significativas em nenhuma Gráfico 11 – Histograma de frequência da distribuição do Passivo
das situações e a qualidade do modelo de ajustamento é Fonte: o autor.
muito baixa em ambos os casos.
Tabela 11 – Teste de Spearman e de Kendall
Correlação Modelo de regressão linear
Coeficiente Coeficiente B Coeficiente de
Spearman Kendall
constante Passivo determinação – R 2
Com outlier -0,016 -0,021 4,274 0,004 0,007
Sem outliers -0,031 -0,030 4,014 0,002 0,001
O coeficiente de determinação é 0,007 quando se
consideram todos os casos e piora para 0,001 quando
se tiram os outliers do ficheiro.
Podemos concluir que não existe relação entre as
duas variáveis.
4.6. Análise do Passivo em 2008
Gráfico 12 – Gráfico de dispersão entre a variável Passivo e SomaCLC
Em 2008 a distribuição dos valores do Passivo têm Fonte: o autor.
3 outliers:
50 - C. Hospitalar Lisboa Norte EPE - CHLN
44 - Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE
37 - Hospital de Santa Maria, EPE
No quadro seguinte encontra-se a caracterização
das variáveis em 2008. Retirámos os outliers e repeti-
mos a análise. A variável SomaCLC continua a não se-
guir uma distribuição normal, enquanto relativamente à
distribuição do Passivo não se pode rejeitar a hipótese
de normalidade.

