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3. Conclusão EVA, ao permitir o cotejo da rendibilidade das R
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aplicações com o correspondente e verdadeiro
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As modernas teorias financeiras elegem o valor custo, implica uma maior responsabilização dos I
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das acções (e das empresas) como objectivo nu- gestores, pois estes passam a ter uma noção T
clear das organizações, realçando o contributo mais precisa do impacto das suas decisões no A
de técnicas orientadas para a medição de cash- desempenho futuro da empresa. D
-flows, havendo mesmo quem considere que, ac- E
tualmente, o crescimento das receitas passou a Bibliografia C
ser a primordial meta dos CEO, por se entender O
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que o valor/riqueza das empresas é cada vez Brealey, R. A. e Myers, S. C. “Principles of Cor- T
mais definido e influenciado pelos futuros fluxos porate Finance” A
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de tesouraria. I
Carvalho das Neves, J. “Análise Financeira – Vo- L
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Como as diferentes medidas tradicionais de ava- lume II: Avaliação do desempenho baseada no D
liação de desempenho económico utilizadas não valor” A
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permitem averiguar se as empresas estão a criar E
ou a destruir riqueza/valor, surgiu, para respon- Fruhan, William E. “Financial strategy: Studies in
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der a esta necessidade, a metodologia do EVA, the creation, transfer, and destruction of share-
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a qual permite analisar, com maior rigor, o resul- holder value”
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tado económico das empresas, após alguns N
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ajustamentos aos elementos contabilísticamente Jordan, H., Carvalho das Neves, J. e Azevedo
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expressos. Rodrigues, J. “O Controlo de Gestão: ao serviço Ç
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da estratégia e dos gestores”
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Para além de indicador que evidencia a criação
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ou destruição de valor (avaliação/valorização da Rappaport, A. “A Criação de Valor para o Accio- 101
empresa), devemos igualmente referir que o nista – Um guia para investidores e gestores”
1 Resultados por acção e rendibilidade do capital investido são dois exemplos destas técnicas notoriamente insuficientes do ponto de vista da clareza e da
consistência para efeitos de análise de desempenho.
2 A gestão do valor já mereceu a atenção dos estudiosos destas matérias desde os finais do século XIX, mas foi sobretudo no último quartel do século pas-
sado que o conceito, em sentido lato, conheceu preponderante e útil desenvolvimento.
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É genericamente consensual admitir que, sem criação de valor para o cliente, não poderá ocorrer a geração de valor para o accionista. Todavia, uma em-
presa que proporcione mais valor do que aquele que os clientes estão dispostos a pagar dificilmente será competitiva.
4 As géneses do EVA podem ser atribuídas a Hamilton (1777) e Marshall (1890), autores que explicavam que, para as empresas criarem riqueza, deveriam 23
ganhar mais do que custos das suas dívidas e capitais próprios.
5 Embora os elementos contabilísticos não sejam indicadores fiáveis de valor não deve, porém, ser ignorada a sua importância e o seu papel enquanto fonte
de informação específica e de carácter histórico.
6 Trata-se do custo que o investidor suporta ao perder a oportunidade de investir o mesmo valor, num negócio alternativo com idêntico risco.
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WACC = Re x E + Rd (1 – t) DE + D
E+D E+D
em que:
Re Custo nominal do capital próprio (taxa de rendibilidade exigida pelos accionistas para os capitais próprios)
E Valor de mercado dos capitais próprios A
D Valor de mercado da dívida
Rd Custo nominal do capital alheio b
t Taxa real de imposto sobre resultados r
8 O somatório dos EVA actualizados corresponde ao Market Value Added (MVA), que respeita ao modo como o mercado está a valorizar a empresa por ela i
criar um rendimento “supranormal”.
9 No âmbito do tema em análise estes conceitos devem ser interiorizados pela organização e subjacentes à elaboração dos planos estratégico e operacional. l
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INSCREVA-SE COMO MEMBRO DA u
INSCREVA-SE COMO MEMBRO DA
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ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE o
ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE
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PERITOS CONTABILISTAS 0
PERITOS CONTABILISTAS
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