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R       Furlan, Santino (1971) “A moderna Contabilidade In-  2  Eliyahu Moshe Goldratt (nasceu em 1948) é um engº. Fí-
       E       dustrial” – nº 55/Col.Direcção de Empresas – Ed. Pór-  sico Israelita que se tornou consultor de gestão, e um dos
       V       tico, Lisboa                                         fundadores da Teoria das Restrições. Trata-se de um mé-
        I                                                           todo científico que pretende resolver os problemas das or-
        S                                                           ganizações e que se baseia,  entre outras “ferramentas”, na
       T       Gonçalves da Silva, F.V. (1975) “Contabilidade Indus-  informação contabilística.
       A       trial”, (7ª ed.), Livraria Sá e Costa, Lisboa.
                                                                 3  De acordo com um modelo muito simplificado, em que o pro-
       D       Guimarães, Raul (1999) “A estratégia global empresa-  cesso de fabrico passa por três secções com capacidades
       E       rial e a concorrência”, Ed. UFP, Porto.              de produção diferentes (50 unidades para a secção I; 30 para
                                                                    a secção II e 100 para a secção III), e em que o mercado ab-
       C                                                            sorve a produção, seja esta qual for, podemos construir o ra-
       O       Mallo,  Carlos  (1989)  “Contabilidad  de  Costes  y  de  ciocínio:
       N       Gestión”, (2ª ed.), Ediciones Pirámide, SA., Madrid.
       T
       A       Marti, Josep M. Rosanas (1994). Contabilidad de Cos-    a) O recurso restritivo da capacidade é a “secção II”,
       B       tes para Toma de Decisiones. Bilbao,  Ed.Desclee de        porque no caso de a “secção I” produzir mais de 30
        I      Brouwer, S.A.                                              unidades/mês irão formar-se stocks de produtos em
       L                                                                  vias de fabrico, à porta da “secção II”, não influindo
        I                                                                 no aumento dos produtos acabados pela “secção III”.
       D       Neto, Thomas Corbertt (1997) “ Contabilidade de Gan-
       A       hos”, Ed. Nobel, São Paulo.                             b) Mesmo que aumente a capacidade de produção da
       D                                                                  “secção II” de 30 para 50 unidades, não implica que
       E       Noreen, Eric, Smith, Debra e Mackey, James T. (1995)       possa saturar a produção da “secção III”. No entanto,
               “The Theory  of  Constraints  and  its  Implications  for  talvez,  o  custo  de  produção  na “secção  II”  baixe
       E                                                                  substancialmente.
               Management Accounting”, North River Press, Great
        F      Barrington (MA).
        I                                                              c) A incapacidade de saturar a produção da “secção III”
       N       Noreen, E., Smith, D. e Mackey, J.T. (1996) “A teoria      ou a formação de stocks elevará o total de investi-
       A       das Restrições e suas implicações na Contabilidade         mentos. Não implica um ganho para a empresa; faz
       N       Gerencial”, Ed. Educator, São Paulo.                       cair a taxa de retorno de investimento e aumenta os
       Ç                                                                  custos com stocks.
       A       1  Os ovos Fabergé são obras-primas da joalharia produzidas
        S                                                        4
                 por Peter Carl Fabergé e seus assistentes, no período de 1885  Tambor-Pulmão-Corda (termos utilizados por Goldratt para
                 a 1917 para os czares da Rússia e continham, no seu interior,  se referir à marcação de cadência-protecção de recursos li-
       N.º       verdadeiras miniaturas que completavam uma mensagem.  mitados-ligação entre o recurso mais rápido e o mais lento).
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        t            Revista de Contabilidade
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