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indica uma pequena ameaça à sobrevivência, reputacionais e operacionais, interdependentes, uma R
enquanto o ponto 10, indica uma séria ameaça, com vez que podem afectar-se mutuamente e passar-se E
fortes implicações na sobrevivência. rapidamente de um tipo de ameaça para outra. Se por V
I
um lado, as ameaças operacionais são claras e
S
objectivas, afectando imediatamente a empresa, o
Este sistema de avaliação está concebido, de tal T
impacto das reputacionais é diferido no tempo, A
modo que quanto maior for o score, maior é a ameaça
levando alguma dilação a verificarem-se os efeitos
para a empresa.
financeiros. D
E
Os quadrantes da matriz de ameaças de Coombs, Este trabalho de Coombs, não fica no entanto C
reflectem as várias intensidades de ameaças. No completo, sem a análise de avaliação de O
quadrante 1 encontram-se as ameaças mínimas, e vulnerabilidades, ou seja, a probabilidade e o grau de N
não passam de simples problemas, com uma impacto de cada uma das ameaças identificadas T
afectação mínima da reputação e das operações da poder vir a acontecer. A
B
empresa. No quadrante 2 estão as ameaças I
moderadas, que já podem provocar crises; estas Norsa (2003), idealizou uma matriz, exibida na Figura L
embora afectem minimamente a reputação, já 3, a que chamou análise das vulnerabilidades da I
possuem um peso significativo sobre a parte empresa, estando esta consignada pela avaliação do D
operacional da empresa. No quadrante 3, teremos as possível impacto que uma crise pode provocar numa A
ameaças sérias; as operações poderão ser afectadas, empresa, quer em termos de danos imediatos e D
mas se a ameaça se concretizar a reputação da económicos, quer de danos de reputação da empresa E
empresa será inevitavelmente afectada, e por último, com os seus stakeholders, assim como a E
no quadrante 4, estaremos perante as ameaças probabilidade desta vir a acontecer. A combinação
graves, que afectam simultaneamente as operações destas duas dimensões, identifica os tipos de F
e reputação da empresa. resposta que a empresa deve proceder para cada I
ameaça identificada, servindo por conseguinte para N
delinear o processo de preparação e definir as A
A Figura 2 representa uma adaptação de N
prioridades de intervenção.
enquadramento às teorias de Coombs, sobre a Ç
análise de interpretação dos vários quadrantes, A
S
definidas por este autor.
N.º
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O autor salienta entretanto, que é impensável que
O
uma empresa possa pôr em acção, planos para
u
qualquer eventualidade, pois para lá do esforço e do t
Coombs, alerta que a acção combinada entre as u
investimento que isto acarretaria, o resultado
ameaças reputacionais e operacionais, é evidente. b
assumiria tais dimensões que se tornaria de difícil r
Rupturas operacionais podem causar dano à o
execução em caso de crise. No momento em que uma
reputação duma empresa, assim como os danos
empresa decide preparar-se para gerir eventuais /
reputacionais podem evoluir e resultar em problemas
crises, deverá escolher as vulnerabilidades
operacionais. Stakeholders chave para a organização, D
prioritárias, para as quais deve desenvolver planos de
tais como accionistas ou fornecedores, podem pôr e
resposta, e construir, ao mesmo tempo, um sistema z
algumas reservas se a sua percepção da organização e
de gestão de crise, capaz de dar resposta ao plano a
(a sua reputação), se tornar demasiado manchada. m
implementar. b
Por outro lado, stakeholders, mais activistas, podem r
tornar-se bastantes coléricos numa organização com o
uma reputação negativa, de tal modo que podem Conforme se pode verificar pela matriz de Norsa, 2
interromper a sua operacionalidade. Assim, Coombs estamos perante quatro tipos de resposta na análise 0
aconselha que é apropriado considerar as ameaças de um risco, conforme mostrado na Tabela 1. 1
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