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Em continuação, transpôs-se os valores dimensionais 5. Análise de resultados R
encontrados, para a matriz de Coombs, cuja evidên- E
cia se pode observar na Figura 5. V
Como se pode verificar, da correlação das 4 I
dimensões de risco, mercê da integração da S
T
probabilidade e do impacto, três das ameaças
A
graves apuradas quanto às dimensões operacionais
e reputacionais (A3, A4 e A5), passaram a riscos D
sérios após a integração, enquanto as restantes E
ameaças se mantiveram nos quadrantes já
C
estabelecidos. O
N
T
A
B
I
L
6. Conclusão
I
D
A
O objectivo específico deste estudo, era encontrar
D
uma metodologia que evidenciasse um conjunto de E
processos que visasse a determinação de riscos,
E
Finalmente, correlacionando as 4 dimensões das nas suas 4 dimensões, suprindo uma lacuna no ac-
ameaças com a matriz de Norsa, obteve-se uma tual estado da arte. F
abordagem integrada, quer ao nível da determinação I
dos riscos encontrados, quer ao nível da resposta a N
Os resultados obtidos com esta investigação, de-
dar aos mesmos. A
monstram que foi possível proceder-se à integração N
dos trabalhos de Coombs e Norsa, e nesse sentido Ç
A esta matriz integrada, apresentada na Figura 6, devem ser entendidos como contribuição para A
resolveu, o autor desta investigação, chamar de S
futuros estudos. Não foi nossa pretensão envolver
matriz MIR.
todas as áreas desta temática, e nesta circunstân- N.º
cia, vindouros trabalhos devem contemplar a pers- 107
pectiva de dissecação da resposta ao risco.
Finalmente, pensamos que este estudo poderá ter
contribuído para uma melhor compreensão e
abordagem da análise de risco nas empresas.
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7. Referências Bibliográficas
Coombs, W. (2002). Deep and surface threats: con-
Da interpretação da matriz, poderemos verificar na O
ceptual and practical implications for “crisis” vs.
Tabela 4, a síntese dos resultados alcançados. u
“problem”. Public Relations Review, 28, 339-345. t
u
b
r
Tabela 4. Síntese dos resultados alcançados na integração Moreau, F. (2003). Compreender e gerir os riscos.
Score Dimensão Risco Tipo de risco Tippo de resposta Tipo de crise o
(R,O,P,I) Lisboa: Bertrand Editora.
/
1 (7,6,4,8) R5 sério preparação reputacional
2 (9,9,2,8) R3 sério preparação reputacional
3 (7,4,4,7) R2 sério preparação reputacional D
4 (7,7,3,7) R4 sério preparação reputacional Norsa, L. (2003). Preparar-se para enfrentar o im- e
5 (3,7,6,4) R7 moderado controlo operacional previsto. In J. Martins Lampreia, Gestão de crise: z
6 (5,4,4,4) R6 mínimo monitorização problema e
7 (3,2,2,3) R1 mínimo monitorização problema Uma perspectiva europeia. Lisboa: Hugin Editores. m
b
r
o
2
0
1
1

