Page 11 - rcf142_143_Neat
P. 11

11





         um pico nos encargos brutos previstos em 2015, com cer-  No relatório de OE para 2014, e apesar da entrada de
         ca de 1.641 M¤, colmatados pela previsão de receita de   novas PPPs neste setor, observa-se que em comparação
         567 M¤. A subida substancial prevista, no que às receitas   com o OE para 2012, estes apresentam trajetos semelhan-
         concerne, fez com que, o abate, dos encargos a este setor   tes em termos de previsões de encargos líquidos, embora
         associados,  se  tornasse  consideravelmente  mais  otimista   as previsões de receita sejam substancialmente inferiores
         face ao relatório do OE para 2005. As previsões de encar-  no OE para 2014. De salientar a ligeira diferença no OE
         gos líquidos chegam mesmo a ser inferiores no período de   para 2014 face ao OE para 2012, uma vez que na previsão
         2023 a 2030, face ao que havia sido previsto no OE para   relativa ao ano 2014, se regista um aumento de 180 M¤
         2005. No entanto, o período de previsões de OE para 2012   em termos de encargos líquidos, ao qual se deve à entrada
         estende-se para além de 2037, enquanto o OE para 2005   de novas PPPs
         apresentava o seu término de encargos no ano 2031.

                             Gráfico 4 – Evolução dos encargos brutos previstos para o setor rodoviário (em milhões de euros)






















                                  Fonte dos dados: Relatórios do Orçamento de Estado (de 2005 a 2019).
                                  Fonte: Autor.

                            Gráfico 5 – Evolução dos encargos líquidos previstos para o setor rodoviário (em milhões de euros)

























                                     Fonte dos dados: Relatórios do Orçamento de Estado (de 2005 a 2019).
                                     Fonte: Autor.
   6   7   8   9   10   11   12   13   14   15   16