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                                     Assim como o seu colega de curso e ex-aulista Luís António Ferreira de Araújo, também Marçal Inácio Monteiro era, em 1778,
                                     administrador da Companhia Geral do Grão-Pará e Maranhão no Brasil, na cidade de São Luís do Maranhão (Arquivo Histórico
                                     Ultramarino, Administração Central, Conselho Ultramarino, Série 009, Caixa 52, documento 5020). Marçal Inácio Monteiro, em
          29     Marçal Inácio Monteiro   1779, foi preso pela Inquisição no Brasil (Maranhão), inculpado, entre outras acusações, de ler livros proibidos (O Príncipe, de
                                     Nicolau Maquiavel, por exemplo) (Mott, 1994, p. 52). Em 1800 era escrivão no Porto Franco da Junqueira, em Lisboa
                                     (Almanaque, 1800, p. 313). Era natural de Lisboa.
                Policarpo José Baptista de
          30                         Não identificado.
                      Carvalho
          31     Rodrigo António Álvares   Não identificado.
                                             Fonte (para o nome dos alunos diplomados): Arquivo Nacional da Torre do Tombo, Junta do Comércio, Livro 328, fólios 15r e 15v.

              FONTES (MANUSCRITAS e IMPRESSAS), LEGIS-                MDCCXCII  [1792].  Lisboa:  Imprensa  da  Academia
              LAÇÃO e REFERÊNCIAS                                     Real das Ciências.
                                                                    Almanaque (1800) – Almanaque Para o Ano de 1800.
            1.  Fontes Manuscritas                                    Lisboa: Oficina de António Rodrigues Galhardo.
                                                                    Almanaque (1805) – Almanaque do Ano de 1805. Lis-
              Arquivo Nacional da Torre do Tombo                      boa: Impressão Régia.
              (Lisboa, Portugal)                                    Almanaque (1807) – Almanaque do Ano de 1807. Lis-
                                                                      boa: Impressão Régia.
               a)  Colégio dos Nobres
                • Livro 51, fólio 18r.
                • Livro 51, fólio 18v.                           3.  Legislação

              b) Junta do Comércio                                    •  Alvará  de  19  de  Maio  de  1759  –  Estatutos  da
                • Livro 328, fólio 15r.                                  Aula do Comércio [data da aprovação régia dos
                • Livro 328, fólio 15v.                                  Estatutos]. In Coleção da Legislação Portuguesa
                • Livro 328, fólio 32r.                                  (desde  a  última  compilação  das  Ordenações,
                • Livro 372, fólio 4r.                                   redigida  pelo  Desembargador  António  Delgado
                                                                         da  Silva).  Legislação  de  1750  a  1762.  Lisboa:
              c) Ministério do Reino                                     Tipografia Maigrense. Ano 1830 (pp. 655-660).
                • Erário Régio, Maço 610, fólio 1r.

              d) Real Fábrica das Sedas e Fábricas Anexas        4.  Referências
                • Livro 403, fólio 32r.
                • Livro 406, fólio 32v.                          Acúrsio das Neves, J. A. (1827), Noções Históricas, Eco-
                                                                          nómicas e Administrativas sobre a Produção e
                                                                          Manufactura das Sedas em Portugal e Particu-
              Arquivo Histórico Ultramarino                               larmente sobre a Real Fábrica do Subúrbio do
              (Lisboa, Portugal)                                          Rato e suas Anexas. Lisboa: Impressão Régia.
                                                                 Araújo,  R.  T.  (1997), “Habilitandos brasileiros às ordens
                • Administração  Central,  Conselho  Ultramarino,  Sé-    militares, ao Santo Ofício e à leitura de Bacha-
                 rie 009, Caixa 52, documento 5020.                       réis”. Revista do Instituto Histórico e Geográfico
                • Administração  Central,  Conselho  Ultramarino,  Sé-    Brasileiro 158(394), pp. 281-350.
                 rie 049-Guiné, Caixa 9, documento 822.          Arquivo da Universidade de Coimbra (2016), Índice de
                                                                          alunos  da  Universidade  de  Coimbra  –  letra  F;
                                                                          Frantt, João Rebelo. [Acesso electrónico obtido
           2.   Fontes Impressas                                          em  31  Jul.  2016;  disponível  directamente  em
                                                                          http://www.pesquisa.auc.uc.pt/details?
              Gazeta de Lisboa, 14 de Maio de 1791 [Segundo Su-           id=164066].
                 plemento à Gazeta de Lisboa, n.º 19.]           Carreira,  A. (1988), A Companhia Geral do Grão-Pará e
              Almanaque  (1788)  –  Almanaque  Para  o  Ano  de           Maranhão (vol. 1). São Paulo: Companhia Edi-
                 MDCCLXXXVIII [1788]. Lisboa: Imprensa da Acade-          tora Nacional.
                 mia Real das Ciências.                          Coimbra, C. D. (1959), Livros de “Ofícios para o Reino” do
              Almanaque  (1792)  –  Almanaque  Para  o  Ano  de           Arquivo  Histórico  de  Angola  (1726-1801)  (vol.
                                                                          1). Luanda: Publicações do Museu de Angola.
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