Page 22 - rcf_149_150
P. 22
22
Assim como o seu colega de curso e ex-aulista Luís António Ferreira de Araújo, também Marçal Inácio Monteiro era, em 1778,
administrador da Companhia Geral do Grão-Pará e Maranhão no Brasil, na cidade de São Luís do Maranhão (Arquivo Histórico
Ultramarino, Administração Central, Conselho Ultramarino, Série 009, Caixa 52, documento 5020). Marçal Inácio Monteiro, em
29 Marçal Inácio Monteiro 1779, foi preso pela Inquisição no Brasil (Maranhão), inculpado, entre outras acusações, de ler livros proibidos (O Príncipe, de
Nicolau Maquiavel, por exemplo) (Mott, 1994, p. 52). Em 1800 era escrivão no Porto Franco da Junqueira, em Lisboa
(Almanaque, 1800, p. 313). Era natural de Lisboa.
Policarpo José Baptista de
30 Não identificado.
Carvalho
31 Rodrigo António Álvares Não identificado.
Fonte (para o nome dos alunos diplomados): Arquivo Nacional da Torre do Tombo, Junta do Comércio, Livro 328, fólios 15r e 15v.
FONTES (MANUSCRITAS e IMPRESSAS), LEGIS- MDCCXCII [1792]. Lisboa: Imprensa da Academia
LAÇÃO e REFERÊNCIAS Real das Ciências.
Almanaque (1800) – Almanaque Para o Ano de 1800.
1. Fontes Manuscritas Lisboa: Oficina de António Rodrigues Galhardo.
Almanaque (1805) – Almanaque do Ano de 1805. Lis-
Arquivo Nacional da Torre do Tombo boa: Impressão Régia.
(Lisboa, Portugal) Almanaque (1807) – Almanaque do Ano de 1807. Lis-
boa: Impressão Régia.
a) Colégio dos Nobres
• Livro 51, fólio 18r.
• Livro 51, fólio 18v. 3. Legislação
b) Junta do Comércio • Alvará de 19 de Maio de 1759 – Estatutos da
• Livro 328, fólio 15r. Aula do Comércio [data da aprovação régia dos
• Livro 328, fólio 15v. Estatutos]. In Coleção da Legislação Portuguesa
• Livro 328, fólio 32r. (desde a última compilação das Ordenações,
• Livro 372, fólio 4r. redigida pelo Desembargador António Delgado
da Silva). Legislação de 1750 a 1762. Lisboa:
c) Ministério do Reino Tipografia Maigrense. Ano 1830 (pp. 655-660).
• Erário Régio, Maço 610, fólio 1r.
d) Real Fábrica das Sedas e Fábricas Anexas 4. Referências
• Livro 403, fólio 32r.
• Livro 406, fólio 32v. Acúrsio das Neves, J. A. (1827), Noções Históricas, Eco-
nómicas e Administrativas sobre a Produção e
Manufactura das Sedas em Portugal e Particu-
Arquivo Histórico Ultramarino larmente sobre a Real Fábrica do Subúrbio do
(Lisboa, Portugal) Rato e suas Anexas. Lisboa: Impressão Régia.
Araújo, R. T. (1997), “Habilitandos brasileiros às ordens
• Administração Central, Conselho Ultramarino, Sé- militares, ao Santo Ofício e à leitura de Bacha-
rie 009, Caixa 52, documento 5020. réis”. Revista do Instituto Histórico e Geográfico
• Administração Central, Conselho Ultramarino, Sé- Brasileiro 158(394), pp. 281-350.
rie 049-Guiné, Caixa 9, documento 822. Arquivo da Universidade de Coimbra (2016), Índice de
alunos da Universidade de Coimbra – letra F;
Frantt, João Rebelo. [Acesso electrónico obtido
2. Fontes Impressas em 31 Jul. 2016; disponível directamente em
http://www.pesquisa.auc.uc.pt/details?
Gazeta de Lisboa, 14 de Maio de 1791 [Segundo Su- id=164066].
plemento à Gazeta de Lisboa, n.º 19.] Carreira, A. (1988), A Companhia Geral do Grão-Pará e
Almanaque (1788) – Almanaque Para o Ano de Maranhão (vol. 1). São Paulo: Companhia Edi-
MDCCLXXXVIII [1788]. Lisboa: Imprensa da Acade- tora Nacional.
mia Real das Ciências. Coimbra, C. D. (1959), Livros de “Ofícios para o Reino” do
Almanaque (1792) – Almanaque Para o Ano de Arquivo Histórico de Angola (1726-1801) (vol.
1). Luanda: Publicações do Museu de Angola.

