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          10    Francisco Manuel de Brito   Não identificado.
               Francisco Manuel Ferreira da
          11                         Não identificado.
                       Silva
          12     Gualdino António Xavier   Não identificado.
                                     Entrou no Erário Régio, em 1765, como escriturário (Sousa Franco e Paixão, 1995, p. 57). Em 1791 ainda se encontrava ao
          13    Henrique José da Fonseca
                                     serviço na mesma repartição pública (Gazeta de Lisboa, 14 de Maio de 1791).
          14        Jacome Perolo    Não identificado.
                                     Entrou no Erário Régio, em 1764, como escriturário (Sousa Franco e Paixão, 1995, p. 57). Em 1791 aposentou-se como conta-
          15    Jacques Manuel Armelim
                                     dor-geral do Erário Régio (um dos contadores-gerais) (Gazeta de Lisboa, 14 de Maio de 1791).
                                     Referido por Santana (1987, p. 32) como sendo administrador em Lisboa, em 1774, da Companhia Geral de Pernambuco e
          16   Jerónimo Rodrigues de Carvalho
                                     Paraíba.
                                     Contadoria da Real Fábrica das Sedas, em 1763 (Arquivo Nacional da Torre do Tombo, Real Fábrica das Sedas e Fábricas
                                     Anexas, Livro 403, fólio 32r). Em 1769 este Guarda-Livros foi administrar e fazer a escrituração da Fábrica de Chapéus da vila
          17      João de Novais e Sá   de Pombal (Arquivo Nacional da Torre do Tombo, Real Fábrica das Sedas e Fábricas Anexas, Livro 403, fólio 32v), uma manu-
                                     factura da coroa fundada em 1759. Em 1778 a coroa transmitiu a propriedade desta fábrica ao administrador João de Novais e
                                     Sá (Acúrsio das Neves, 1827, p. 201).

                                     Escriturário do Erário Régio, em 1765 (Sousa Franco e Paixão, 1995, p. 57). No período 1773-1774 o seu nome era listado
          18    João Procópio Rodrigues   como homem de negócio da Praça de Lisboa matriculado e colectado na Junta de Comércio para efeitos do pagamento de um
                                     imposto profissional – a décima (Arquivo Nacional da Torre do Tombo, Junta do Comércio, Livro 372, fólio 4r).


                                     Era natural de Lisboa e Bacharel pela Universidade de Coimbra. Este aulista foi admitido à Aula do Comércio sendo titular já de
                                     um curso superior, o de Cânones, obtido na Faculdade de Cânones da Universidade de Coimbra, em 1756 (Arquivo da Univer-
          19      João Rebelo Frantt   sidade de Coimbra, 2016). O curso de Cânones permitia seguir a carreira jurídica (nesta época, o diplomado pela Universidade
                                     de Coimbra que concluísse um curso superior era designado por Bacharel. O grau académico seguinte, correspondente ao de
                                     Licenciado, pressupunha a apresentação e defesa duma tese; por último, havia ainda o doutoramento).

          20     Joaquim José da Rocha   Erário Régio, 3.º escriturário, ano de 1768 (Sousa Franco e Paixão, 1995, p. 63).
          21    Joaquim Pereira Henriques   Negociante da Praça de Lisboa, em 1805 (Almanaque, 1805, p. 468).

                                     Paiva Ribeiro (1741-1819) era natural da cidade do Porto. O almanaque de 1788 lista-o como um negociante da Praça de
                                     Comércio do Porto (Almanaque, 1788, p. 226). Era, em 1777 (e também em 1783) accionista da Companhia Geral da Agricultu-
          22      José de Paiva Ribeiro
                                     ra das Vinhas do Alto Douro (Pereira, 2000, p. 164, 171), mais conhecida, à época, por Companhia dos Vinhos (hoje, Real
                                     Companhia Velha).
                                     Este aluno exercerá como Guarda-Livros da contadoria da Companhia Geral do Grão-Pará e Maranhão, ajudando, nos seus
                                     primeiros anos de actividade como contabilista, o Guarda-Livros francês Jean-Baptiste Dourneau (ou João Baptista Dourneau,
                                     nome aportuguesado) (veja-se Carreira, 1988, p. 242). José Inácio da Silva Franco trabalhou na contadoria da Companhia
          23    José Inácio da Silva Franco
                                     Geral do Grão-Pará e Maranhão pelo período de 50 anos (Exposição da Junta da Liquidação dos Fundos das Extinctas Com-
                                     panhias do Grão-Pará e Maranhão e Pernambuco e Paraíba, 1836, pp. 5-6). Este aulista estaria possivelmente relacionado
                                     com o aulista # 9, Francisco Inácio da Silva Franco; seriam irmãos, porventura.
                                     Erário Régio, escriturário, ano de 1763 (Sousa Franco e Paixão, 1995, p. 57). Em 1789, o famoso dicionário da língua portu-
          24      José Pedro Martins   guesa, o Dicionário de Morais, apresentava na sua lista de assinantes José Pedro Martins, dando-o como tesoureiro da Chan-
                                     celaria-Mor do reino (Morais, 1789, p. xxi).
                                     Era, em 1778, administrador da Companhia Geral do Grão-Pará e Maranhão no Brasil, mais concretamente em São Luís do
          25   Luís António Ferreira de Araújo
                                     Maranhão (Arquivo Histórico Ultramarino, Administração Central, Conselho Ultramarino, Série 009, Caixa 52, documento 5020).

                                     Nascido em 1745. Interessantemente, este aluno frequentou o 1.º curso da Aula do Comércio (1759-1763) e o 2.º curso (1763-
                                     1767), também. Em Agosto de 1764 era praticante da escola (Arquivo Nacional da Torre do Tombo, Ministério do Reino, Erário
                                     Régio, Maço 610, fólio 1r), o que sugere que pode ter interrompido os seus estudos do 1.º curso da aula. Em simultâneo com a
                                     frequência na Aula do Comércio, Baldaqui, filho de um francês radicado em Lisboa, era empregado superior (criado-grave) de
          26      Luís Jacinto Baldaqui
                                     um irmão do marquês de Pombal, Francisco Xavier de Mendonça Furtado (Labourdette, 1988, p. 582, 601), secretário de
                                     Estado da Marinha e dos Domínios Ultramarinos, entre 1760 e 1769. Luís Jacinto Baldaqui conseguiu, muito novo e ainda
                                     estudante na Aula do Comércio, o hábito da Ordem de Cristo, em 1767 (Labourdette, 1988, p. 601), uma distinção de enorme
                                     prestígio social no Antigo Regime Português. Em 1807 era contador da Junta da Bula da Cruzada (Almanaque, 1807, p. 317).

          27   Luís José Marques de Azevedo   Erário Régio, 2.º escriturário, ano de 1782 (Sousa Franco e Paixão, 1995, p. 59).

                Manuel Joaquim de Oliveira   Contadoria da Junta do Comércio, em 8 de Novembro de 1774 (Arquivo Nacional da Torre do Tombo, Junta do Comércio, Livro
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                      Braga          328, fólio 32r). Depois, Erário Régio, 3.º escriturário, ano de 1786 (Sousa Franco e Paixão, 1995, p. 62).
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