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            Exposição  da  Junta  da  Liquidação  dos  Fundos  das
                    Extinctas Companhias do Grão-Pará e Mara-
                    nhão, Pernambuco e Paraíba (1836). Lisboa:
                    Imprensa Nacional.                                      ESTATUTO EDITORIAL
            Labourdette,  J.-F.  (1988),  La  Nation  Française  a  Lis-
                    bonne de 1669 a 1790 – entre Colbertisme et                       DA
                    Libéralisme. Paris: Fondation Calouste Gulben-  REVISTA DE CONTABILIDADE & FINANÇAS
                    kian – Centre Culturel Portugais.
            Morais, A. de (1789), Dicionário da Língua Portuguesa –
                    composto pelo Padre D. Rafael Bluteau, refor-  1.  A Revista de Contabilidade & Finanças é o órgão
                    mado  e  acrescentado  por  António  de  Morais
                    Silva (vol. 1; A a K). Lisboa: Oficina de Simão   da Associação Portuguesa de Contabilistas.
                    Tadeu Ferreira.                            2.  A  Revista  de  Contabilidade  &  Finanças  é  uma
            Mott, L. (1994), “A Inquisição no Maranhão”. Revista Bra-  publicação periódica que se destina à divulgação
                    sileira de História 14(28), pp. 45-73.
            Pereira, G. M. (2000), “A Companhia Geral da Agricultura   de “matérias de caráter técnico, científico e profis-
                    das  Vinhas  do  Alto  Douro  em  1784,  segundo   sional”, de harmonia com o nº 7 do artigo 4º dos
                    um relatório de Luís Pinto de Sousa Coutinho.   estatutos da Associação Portuguesa de Contabi-
                    II”. Douro – Estudos & Documentos V(9) (1.º),   listas.
                    pp. 155-174.
            Ratton, J. (1813), Recordações de Jacome Ratton (sobre   3.  A preparação de cada número da Revista de Con-
                    ocorrências do seu tempo em Portugal, durante   tabilidade  &  Finanças  é  da  responsabilidade  do
                    o lapso de sessenta e três anos e meio, aliás   Diretor e do Conselho Consultivo-Redatorial, aos
                    de Maio 1747 a Setembro de 1810). Londres:    quais incumbe a seleção da colaboração recebi-
                    H. Bryer.
            Santana,  F. (1987), “A Aula do Comércio de Lisboa. V –   da.
                    Abecedário de lentes e aulistas”. Lisboa – Re-  4.  Os  editoriais  exprimem  posições  da  Revista  de
                    vista Municipal (2.ª série) 21, pp. 23-34.    Contabilidade & Finanças.
            Sousa Franco, A. L. e Paixão, J. C. (1995), Magistrados,
                    Dirigentes e Contadores do Tribunal de Contas   5.  A Revista de Contabilidade & Finanças está aber-
                    e das Instituições que o Precederam – finais do   ta a todos os membros da Associação Portuguesa
                    século XVIII a 31-12-1992. Lisboa: Tribunal de   de Contabilistas , incentivando e aceitando a sua
                    Contas.
                                                                  colaboração.
                                                               6.  A Revista de Contabilidade & Finanças aceita do
                                                                  mesmo modo colaboração proveniente de pesso-
                           Nota  ao  leitor:  Excerto  do  artigo
                           publicado em 2016 na revista científica   as singulares ou coletivas, nacionais ou estrangei-
                           De  Computis:  Revista  Española  de   ras, ainda que não membros da Associação Por-
                           Historia  de  la  Contabilidad  (Spanish   tuguesa de Contabilistas.
                           Journal of Accounting History), 13(25),
                           pp. 91-111, por Miguel Gonçalves, sob   7.  Não serão efetuadas quaisquer discriminações de
                           o  título  “Relação  dos  primeiros    autores  com  base  em  ideologia  política,  prática
                           contabilistas formados em Portugal     religiosa  ou  qualquer  outra  caraterística  da  sua
                           por  via  institucional  (1759-1763:   vida pública ou privada.
                           Aula do Comércio de Lisboa)”.
                                                               8.  As opiniões expressas na Revista de Contabilida-
                                                                  de & Finanças apenas vinculam os seus autores,
                                                                  podendo não coincidir com os pontos de vista da
                                                                  Associação Portuguesa de Contabilistas.
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