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R       gulação da primitiva Aula de Comércio lisboeta, desig-  BORGES, José Ferreira (1839) - Dicionário Jurídico-
       E       nadamente a que dizia respeito à protecção legal confe-  Comercial. Lisboa: Tipografia da Sociedade Propaga-
       V       rida  aos  aulistas  por  intermédio  dos  privilégios  dora dos Conhecimentos Úteis.
        I      concedidos ao nível de nomeações oficiais para lugares
        S      de destaque da administração pública e privada, permite-
       T       -nos perspectivar o pensamento sério e programado sub-  CARDOSO, José Luís (1984) – “Uma ‘Notícia Esque-
       A                                                          cida’: o ensino da Economia na Aula do Comércio”. Es-
               jacente à fundação da escola.
                                                                  tudos de Economia, vol. V, n.º 1, pp. 87-112.
       D
       E       Este estudo apresenta como principal limitação a au-
               sência de apreciações de natureza positiva sobre a Aula  CARNEGIE, G. D. e NAPIER, C. J. (1996) – “Critical and
       C       de Comércio de Lisboa, isto é, não foram tecidas consi-  interpretative histories: insights into Accounting’s present
       O       derações de cariz positivo acerca das consequências  and future through its past”. Accounting, Auditing and
       N       efectivas e reais do exercício e desempenho da Aula.
       T       Neste sentido, atente-se em Azevedo (1961: p. 12): “mais  Accountability Journal, vol. 9, n.º 3, pp. 7-39 .
       A       importante do que conhecer as normas reguladoras de
       B       uma instituição é conhecer o modo como ela realiza os  CARVALHO, Rómulo de (1982) – “O recurso a pessoal
        I      fins para que foi criada”.                         estrangeiro no tempo de Pombal”. Revista de História
       L
        I                                                         das Ideias. O Marquês de Pombal e o seu tempo, Tomo
       D       As implicações que esta advertência nos sugere ficam  I. Coimbra: Instituto de História e Teoria das Ideias. Fa-
       A       assim como recomendação para futuros trabalhos de in-  culdade de Letras, pp. 91-115.
       D       vestigação na área da História da Contabilidade Portu-
       E       guesa.
                                                                  CORRÊA, Francisco António (1930) – História Econó-
       E                                                          mica de Portugal. Volume II. Lisboa: Tipografia da Em-
               REFERÊNCIAS                                        presa Nacional de Publicidade.
        F
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       N                                                          CRATO, Nuno (2008) – Passeio Aleatório pela Ciência
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      10       AMERICAN  ACCOUNTING  ASSOCIATION  (1970)  –       de Contabilidade, n.º 342, Setembro. Boletim do Centro

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                                                                  TEC), pp. 1-2.
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        J      Empresa Industrial Gráfica do Porto.               do terramoto de 1755”. Análise Social, vol. XLIII (1.º),
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        n
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        o
                                                                  Vol. I. 1.º col., p. 401.
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       M
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        ç                                                         n.º 98, pp. 4-8.
        o
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        2      Bicentenário”. Boletim da Sociedade Portuguesa de  MARQUES, A. H. Oliveira; COELHO, Anaíza Peres e
        0
                               os
        1      Contabilidade, n. 21/22, pp. 3-7.                  MARQUES, Adelaide Salvador Marques (1979) – Histó-
        1                                                         ria. II Volume. Colecção Textos Pré-Universitários, n.º 22.
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