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R       visões  de  venda  na  linha  dos  tempos  de  recurso,  de  mais lento, impedindo que os recursos colocados à frente
       E       forma a garantir que a restrição trabalhe todo o tempo  do mais lento andem mais depressa.
       V       disponível nos produtos que, devido à procura, assegu-
        I      ram a maior margem operativa.                     Esta ligação entre o mais rápido e o mais lento (corda =
        S                                                        rope) impede que aumentem os produtos em vias de fa-
       T       Para os autores do Documento n.º 21 dos “Princípios de  brico, passando o recurso mais lento a marcar a cadên-
       A
               Contabilidad de Gestión”(AECA,2000), na programação  cia (tambor).
       D       da restrição deve-se ter em conta dois critérios:
       E                                                         Nesta solução, as tarefas são libertadas para a fábrica
                                                                 segundo a programação e nunca antes. O objectivo é
       C             a)  O programa tem de ser realista – implica que  fazer com que o sistema funcione de forma mais correcta
       O                as contas se tenham identificado com as res-  com as restrições actuais.
       N                trições do sistema.
       T
       A             b)  O programa deve ser imune a um nível razoá-
       B                vel de perturbações ou problemas que origi-
        I
       L                nam interrupções.
        I
       D
       A
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        I      Fig. 3 - Cadeia produtiva de Fabergé
       N
       A
       N       Se a produção for organizada de acordo com a capaci-
       Ç       dade produtiva de cada centro, pode-se minimizar a dis-
       A       persão  mas,  sem  dúvida,  trata-se  de  uma    solução  Fig. 4 - T-P-C (Tambor-Pulmão-Corda)
        S      dispendiosa além de ser de execução duvidosa. Obriga a
               uma reestruturação que pode ser impossível, tendo em
       N.º     conta o próprio processo produtivo, e pode criar outros  É evidente que este sistema funciona em função da pro-
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               constrangimentos.                                 cura, com a característica de não exigir uma sincroniza-
                                                                 ção perfeita em toda a linha de produção, visto que os
               Ao procurar que todos os centros operem com a mesma  stocks  –  pulmões  –  são  colocados  estrategicamente
               eficiência e para minimizar as perturbações que possam  como protecção contra problemas criados pelas flutua-
               surgir, deve-se estabelecer condições para que o recurso  ções e interrupções da produção.
               - restrição seja completamente utilizado, criando um “es-
               paço” físico e temporal entre as operações. O “Pulmão”  Nessa noite Fabergé dormiu um sono tranquilo. Podia sa-
    24         (buffer), referido por Goldratt (1992), existe para proteger  tisfazer as encomendas de toda a corte.
               o funcionamento da limitação e é, para a AECA(2000),
               um “mecanismo” de tempo que procura proteger os re-
               cursos limitados perante dois problemas que se configu-
               ram: as interrupções aleatórias e a disponibilidade não
               instantânea de um determinado recurso.
                                                                 2º OVO - Ferramentas da Teoria das Restrições
               Este período de tempo é igual ao somatório do tempo de
               produção, do tempo de preparação e do tempo estimado
                                                                 Na manhã seguinte, Fabergé acordou com a sensação
       O       para a protecção.                                 de que ainda não tinha todas as respostas para vencer as
        u
        t                                                        restrições seguintes.
        u      A condição da existência de um “pulmão” a seguir a um
        b      centro de produção indica que o trabalho só deve come-  Realmente, como qualquer outro processo de decisão es-
        r      çar quando esse “pulmão” estiver vazio, devendo voltar a
        o                                                        tratégica, o Processo de Raciocínio baseia-se na quali-
               parar mal esteja abastecido. Desta forma, a cadência do  dade de informação contabilística que recebe e oferece
        /      trabalho é mantida pela cadência da fábrica, havendo um
                                                                 inúmeras  verificações  que  servem  para  minimizar  os
               certo sincronismo, embora qualquer interrupção faça com
       D                                                         erros da tomada de decisões.
        e      que a linha de fabrico pare; acontece que até as mais pe-
        z      quenas variações de tempo de processamento criam pro-
        e      blemas.                                           Este processo de raciocínio é estruturado de forma a ser
       m                                                         dada resposta a cada uma das três questões fundamen-
        b                                                        tais:
        r      Goldratt (1992), estabelece como premissa que os re-
        o      cursos diferentes possuem capacidades diferentes e que
        2      a flutuação de interrupções não pode ser verdadeira-  1. O que mudar? (árvore da realidade actual);
        0      mente eliminada. A solução T-P-C consiste em fazer com
        1      que o recurso mais rápido fique sujeito(ligado) ao recurso
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