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         Borges et al., 2021; Costa e Alves, 2020; Gariso, 2021).   pp. 219-220.
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            5.  Conclusão                                     Lisboa: Rei dos Livros.

            Este  trabalho  pretendeu  dar  a  conhecer  duas  DF   Fernandes, C., Peguinho, C., Vieira, E., e Neiva, J. (2019). Análise Finan-
         obrigatórias para as entidades, o balanço e a DRn, em   ceira – Teoria e Prática (5.ª ed.). Lisboa: Edições Sílabo.
         termos dos seus objetivos, importância, ideias-chave e     Gariso, C. (2021). Perceção do Impacto das Alterações às Normas Conta-
         principais  características.  Através  de  uma  revisão  de   bilísticas e de Relato Financeiro – o Caso Português. Lisboa: Universidade
         literatura, o trabalho visou concorrer para o aumento de   Lusófona de Humanidades e Tecnologias, Escola de Ciências Económicas e
         conhecimento por parte dos gestores de entidades em-  das Organizações. Dissertação de Mestrado em Contabilidade e Fiscalidade.
         presariais acerca do objeto de estudo do artigo.
                                                                 Gonçalves, M., e Rito, S. (2021). Sebenta da Unidade Curricular de Conta-
                                                              bilidade Financeira Avançada ministrada ao Mestrado em Gestão Empresarial
            O balanço e a DRn são as duas demonstrações fi-   (1.º Trimestre do ano letivo 2021/2022). Disponível na Biblioteca do Instituto
         nanceiras  transversais  a  todas  as  entidades,  com  as   Superior de Contabilidade e Administração de Coimbra (ISCAC), pp. 1-418.
         devidas adaptações, pelo que se pode afirmar que estas
         são as demonstrações financeiras que fornecem a infor-  Gonçalves, C., Santos, D., Rodrigo, J., e Fernandes., S. (2016). Relato
         mação  contabilística  essencial  para  que  os  gestores  e   Financeiro – Interpretação e Análise (3.ª ed.). Porto: Vida Económica.

         os demais utilizadores da informação possam tomar de-   Gonçalves, C., Santos, D., Rodrigo, J., e Fernandes, S. (2020). Contabilida-
         cisões  informadas  e  racionais.  Para  que  a  informação   de Financeira Explicada – Manual Prático (4.ª ed.). Porto: Vida Económica.
         contabilística seja útil para todos os seus utilizadores, é
         necessário que possua caraterísticas qualitativas como   Lopes, I. (2017). Contabilidade Financeira – Preparação das Demonstra-
         a  compreensibilidade,  comparabilidade,  relevância  e   ções Financeiras, sua Divulgação e Análise (2.ª ed.). Lisboa: Escolar Editora.

         fiabilidade.                                            Lourenço, I. C., Morais, A. I., e Lopes, A. I. (2020). Fundamentos de Conta-
                                                              bilidade Financeira – Teoria e Casos (3.ª ed.). Lisboa: Edições Sílabo.
            Para o futuro, sugere-se o aprofundamento de estu-
         dos  relacionados  com  a  DFC  e  a  DACP  para  que  os   Monteiro, S. (2013). Manual de Contabilidade Financeira. Porto: Vida Eco-
         gestores das pequenas entidades e das microentidades   nómica.

         possam decidir se é do interesse das suas organizações   Moreira, J. A. (2020). Contabilidade – da Preparação à Interpretação da
         subirem um ou dois níveis (nos patamares da normaliza-  Informação Financeira (2.ª ed.). Lisboa.: Edições Sílabo.
         ção contabilística empresarial portuguesa) para o SNC-
         Geral,  situação  em  que  essas  duas  DF  surgem  como   Nabais, C. (2015). O Meu Livro de Contabilidade. Lisboa: Plátano Editora.
         obrigatórias, a par da adoção das 28 NCRF.                Neves, J. C. (2014). Análise e Relato Financeiro – uma Visão Integrada de
                                                              Gestão (7.ª ed.). Alfragide: Texto Editora.
            Legislação
                                                                 Pinheiro, C., Azevedo, G., e Cruz, S. (2014). “Do POC ao SNC: evolução e
            Decreto-Lei n.º 158/2009, de 13 de julho, alterado e republica-  aspetos diferenciadores”. Revista Portuguesa de Contabilidade 13, pp. 5-28.
         do pelo Decreto-Lei n.º 98/2015, de 2 de junho – Sistema de Nor-    Rodrigues, J. (2021). Sistema de Normalização Contabilística – SNC Expli-
         malização Contabilística (SNC)                       cado (8.ª ed.). Porto: Porto Editora.

            Referências                                          Saraiva, H., Alves, M., e Gabriel, V. (2015). “Normalização contabilística em
                                                              Portugal: a sua evolução e situação atual”. Comunicação apresentada no V
            Almeida, J. J. M., e Almeida, B. J. M. (2016). Teorias da Contabilidade –   Congresso dos Técnicos Oficiais de Contas (Lisboa, 17-18 set.), pp. 1-19.
         Construção e Demarcação Epistemológica. Lisboa: Escolar Editora.
                                                                 Sebastião, J. (2014). Análise das Demonstrações Financeiras Como Fator
            Borges, A., Rodrigues, A., Rodrigues, R., e Rodrigues, J. A. (2021). Ele-  Determinante na Tomada de Decisão: Estudo de Caso de Entidades Angola-
         mentos de Contabilidade Geral (27.ª ed.). Lisboa: Áreas Editora.   nas. Setúbal: Instituto Politécnico de Setúbal, Escola Superior de Ciências Em-
                                                              presariais. Dissertação de Mestrado em Contabilidade e Finanças.
            Borges, A., e Rodrigues, J. A. (2014). Contabilidade e Finanças para a
         Gestão (5.ª ed.). Lisboa: Áreas Editora.

            Costa, C. B. (2018). “Do 2.º POC às IFRS”. Jornal de Contabilidade 465,
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